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Salmos 150

Seis versículos, treze chamados a louvar e quase nada mais. É a palavra final do saltério: uma doxologia que pergunta onde (santuário, céus), por quê (seus feitos, sua grandeza), como (toda uma orquestra) e quem (tudo o que tem fôlego). Os instrumentos vão trombeta, harpa, lira, tamborim, cordas, flauta, e depois dois tipos de címbalos. O último verso se abre além de Israel a todo fôlego vivo, e para num único "Louvem o SENHOR".

  1. 1

    Louvem o SENHOR! Louvem a Deus em seu santuário! Louvem-no nos seus céus pelos seus atos de poder!

  2. 2

    Louvem-no por seus feitos poderosos! Louvem-no conforme a sua excelente grandeza!

  3. 3

    Louvem-no ao som da trombeta! Louvem-no com harpa e lira!

  4. 4

    Louvem-no com tamborim e dança! Louvem-no com instrumentos de cordas e flauta!

  5. 5

    Louvem-no com címbalos sonoros! Louvem-no com címbalos ressoantes!

  6. 6

    Tudo o que tem fôlego louve o SENHOR! Louvem o SENHOR!

A forma do último salmo

Cada frase é "louvem-no" mais um detalhe, crescendo por acumulação e não por argumento. O lugar cede à razão (v.2), a razão aos instrumentos (vv.3-5), e os instrumentos ao choque mais alto — "címbalos ressoantes" — antes de o volume cair a um único imperativo silencioso.

Não fecha só este salmo, mas o livro inteiro. O "fôlego" do v.6 ecoa a lista de criaturas do 148; aqui nenhuma é nomeada, porque tudo o que respira é convocado de uma só vez.

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