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Salmos 4

Um contraponto noturno ao despertar do Salmo 3: aqui a oração termina deitando-se para dormir em paz (v.8). Abre pedindo alívio a Deus e depois se volta para fora, para repreender os que amam a vaidade e buscam a mentira (v.2), instando-os a aquietar-se e examinar o próprio coração.

Leitura paralela
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Salmos 4 (WPB)
  1. 1

    Responde-me quando clamo, ó Deus da minha justiça. Dá-me alívio na minha angústia. Tem misericórdia de mim e ouve a minha oração.

  2. 2

    Vocês, filhos dos homens, até quando a minha glória será transformada em desonra? Amarão a vaidade e buscarão a falsidade? Selá.

  3. 3

    Saibam, porém, que o SENHOR separou para si aquele que é piedoso; O SENHOR ouvirá quando eu clamar a ele.

  4. 4

    Tremam de temor, e não pequem. Sondem o próprio coração em sua cama, e fiquem em silêncio. Selá.

  5. 5

    Ofereçam os sacrifícios de justiça. Ponham a sua confiança no SENHOR.

  6. 6

    Muitos dizem: “Quem nos mostrará algum bem?” SENHOR, faze a luz do teu rosto brilhar sobre nós.

  7. 7

    Puseste alegria no meu coração, mais do que quando o trigo e o vinho novo deles se multiplicam.

  8. 8

    Em paz me deitarei e também dormirei, pois só tu, SENHOR, me fazes viver em segurança.

Mais que o trigo e o vinho

Os versículos 6-7 montam uma discussão serena com a multidão que pergunta "Quem nos mostrará o bem?" A resposta não é uma colheita. Quem ora diz que Deus pôs no seu coração mais alegria do que a de outros quando se multiplica o trigo e o vinho novo: um gozo interior pesado contra a fartura material, e é justamente por isso que ele pode dormir seguro no fim.

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