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Salmos 53

Quase um gêmeo do Salmo 14, este poema reabre com o insensato que diz no coração que não há Deus, enquanto esse mesmo Deus se inclina dos céus procurando alguém que entenda e o busque. O veredito é duro: ninguém faz o bem. Repare no versículo 5: um pavor repentino cai sobre os ímpios onde não havia o que temer, porque Deus espalha os ossos de quem acampa contra o seu povo. O fecho anseia pela salvação vinda de Sião.

Leitura paralela
Português (Brasil) + Português (Portugal)
Salmos 53 (WPB)
  1. 1

    O tolo disse em seu coração: “Não há Deus.” Eles são corruptos e cometeram iniquidade abominável. Não há ninguém que faça o bem.

  2. 2

    Deus olha dos céus para os filhos dos homens, para ver se há alguém que tenha entendimento, que busque a Deus.

  3. 3

    Cada um deles se desviou. Juntamente se tornaram imundos. Não há ninguém que faça o bem, não, nem sequer um.

  4. 4

    Acaso os que praticam a iniquidade não têm conhecimento, que devoram o meu povo como comem pão, e não invocam a Deus?

  5. 5

    Ali estavam eles em grande pavor, onde não havia pavor, pois Deus espalhou os ossos daquele que acampa contra você. Você os envergonhou, porque Deus os rejeitou.

  6. 6

    Ah, se a salvação de Israel viesse de Sião! Quando Deus trouxer o seu povo de volta do cativeiro, então Jacó se regozijará, e Israel se alegrará.

Por que ele repete o Salmo 14

Os dois salmos são quase idênticos, mas esta versão troca o nome divino do Salmo 14 por "Deus" e reescreve o versículo 5 em torno dos ossos espalhados de quem acampa contra o povo. Os editores colocaram aqui esta releitura para que o mesmo diagnóstico da corrupção humana ressoe duas vezes no Saltério, com enquadramentos diferentes.

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