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Salmos 9

Um louvor que volta sempre ao tribunal. O salmista agradece por vitórias passadas — inimigos postos em fuga, nações repreendidas, nomes apagados (v.3-6) — porque provam que o trono em Sião está posto 'para juízo' (v.7). Depois o tom muda para uma súplica pessoal: 'Tem misericórdia de mim' às portas da morte (v.13). Repare nos dois reveses em que o poema confia: as nações afundam na própria cova (v.15) e o necessitado não será esquecido para sempre (v.18).

Leitura paralela
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Salmos 9 (WPB)
  1. 1

    Darei graças ao SENHOR de todo o meu coração. Contarei todas as tuas maravilhas.

  2. 2

    Em ti me alegrarei e exultarei. Cantarei louvores ao teu nome, ó Altíssimo.

  3. 3

    Quando os meus inimigos recuam, eles tropeçam e perecem na tua presença.

  4. 4

    Pois tu defendeste a minha justa causa. Tu te assentas no trono julgando com justiça.

  5. 5

    Tu repreendeste as nações. Tu destruíste os ímpios. Tu apagaste o nome deles para todo o sempre.

  6. 6

    O inimigo foi consumido por ruína sem fim. A própria lembrança das cidades que tu destruíste pereceu.

  7. 7

    Mas o SENHOR reina para sempre. Ele preparou o seu trono para o juízo.

  8. 8

    Ele julgará o mundo com justiça. Ele administrará o juízo aos povos com retidão.

  9. 9

    O SENHOR também será um alto refúgio para os oprimidos; um alto refúgio em tempos de angústia.

  10. 10

    Aqueles que conhecem o teu nome colocarão a sua confiança em ti, pois tu, SENHOR, não abandonaste aqueles que te buscam.

  11. 11

    Cantem louvores ao SENHOR, que habita em Sião, e declarem entre os povos o que ele tem feito.

  12. 12

    Pois aquele que vinga o sangue se lembra deles. Ele não esquece o clamor dos aflitos.

  13. 13

    Tem misericórdia de mim, SENHOR. Vê a minha aflição causada por aqueles que me odeiam, e levanta-me das portas da morte,

  14. 14

    para que eu possa proclamar todo o teu louvor. Eu me alegrarei na tua salvação nas portas da filha de Sião.

  15. 15

    As nações afundaram na cova que fizeram. Na rede que esconderam, o seu próprio pé foi pego.

  16. 16

    O SENHOR se fez conhecido. Ele executou o juízo. O ímpio está enlaçado pela obra de suas próprias mãos. Meditação. Selá.

  17. 17

    Os ímpios voltarão para o Seol, assim como todas as nações que se esquecem de Deus.

  18. 18

    Pois o necessitado não será esquecido para sempre, nem a esperança do pobre perecerá eternamente.

  19. 19

    Levanta-te, SENHOR! Não deixes que o homem prevaleça. Que as nações sejam julgadas na tua presença.

  20. 20

    Infunde-lhes temor, SENHOR. Que as nações saibam que são apenas homens. Selá.

Memória pública, memória divina

O salmo brinca com lembrar e esquecer. As cidades vencidas perdem até a memória do nome (v.6), mas Deus não se esquece do clamor dos aflitos (v.12).

Esse contraste move a oração final: que as nações 'saibam que são homens' (v.20), enquanto o pobre é guardado numa memória que não falha.

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