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Provérbios 20
Abre sem rodeios — 'o vinho é zombador e a bebida forte é alvoroçadora' — e regressa sem cessar ao negócio honesto, apontando duas vezes os pesos desiguais como abominação (vv. 10, 23). O preguiçoso que não lavra no Inverno, o comprador que deprecia o preço e depois se gaba, e o voto apressado revelam o fosso entre o que se diz e o que se faz. A justiça do rei enquadra-o: com os olhos dissipa todo o mal (v. 8), e o amor leal e a fidelidade preservam-no (v. 28).
- 1
O vinho é zombador e a bebida forte é alvoroçadora. Quem se deixa enganar por eles não é sábio.
- 2
O terror provocado pelo rei é como o rugido de um leão. Quem o provoca à ira peca contra a sua própria vida.
- 3
É uma honra para o homem evitar as contendas, mas qualquer tolo se mete em brigas.
- 4
O preguiçoso não ara por causa do frio do inverno; por isso mendigará na época da colheita, e nada terá.
- 5
O conselho no coração do homem é como águas profundas, mas o homem de entendimento o trará à tona.
- 6
Muitos homens proclamam o seu próprio amor leal, mas quem poderá encontrar um homem fiel?
- 7
O justo anda na sua integridade. Felizes são os seus filhos depois dele.
- 8
O rei que se assenta no trono para julgar dissipa todo o mal com os seus olhos.
- 9
Quem pode dizer: “Purifiquei o meu coração. Estou limpo do meu pecado”?
- 10
Pesos diferentes e medidas diferentes, ambos são abominação para o SENHOR.
- 11
Até a criança se dá a conhecer pelas suas ações, se as suas obras são puras, e se são retas.
- 12
O ouvido que ouve e o olho que vê, o SENHOR os fez a ambos.
- 13
Não ame o sono, para que você não acabe na pobreza. Abra os seus olhos, e você se fartará de pão.
- 14
“Não presta, não presta”, diz o comprador; mas, depois de se afastar, ele se gaba da compra.
- 15
Existe ouro e abundância de rubis, mas os lábios do conhecimento são uma joia rara.
- 16
Tome-se a roupa daquele que serve de fiador para o estranho; e que seja retido como penhor por causa da mulher imoral.
- 17
A comida ganha com engano é doce para o homem, mas depois a sua boca se encherá de cascalho.
- 18
Os planos são confirmados mediante os conselhos; faça a guerra com sábia orientação!
- 19
Quem anda espalhando fofocas revela segredos; portanto, não se envolva com quem fala demais.
- 20
Aquele que amaldiçoa o seu pai ou a sua mãe, a sua lâmpada se apagará na mais profunda escuridão.
- 21
A herança adquirida rapidamente no início não será abençoada no fim.
- 22
Não diga: “Eu retribuirei o mal.” Espere no SENHOR, e ele o salvará.
- 23
O SENHOR detesta pesos diferentes, e balanças desonestas não lhe agradam.
- 24
Os passos do homem são dirigidos pelo SENHOR; como, então, pode o homem entender o seu próprio caminho?
- 25
É uma armadilha para o homem consagrar algo precipitadamente, e só depois refletir sobre os seus votos.
- 26
O rei sábio peneira os ímpios, e passa a roda de debulhar sobre eles.
- 27
O espírito do homem é a lâmpada do SENHOR, que esquadrinha todo o seu íntimo.
- 28
O amor leal e a fidelidade preservam o rei. O seu trono se firma no amor leal.
- 29
A glória dos jovens é a sua força. O esplendor dos velhos são os seus cabelos brancos.
- 30
Os ferimentos que deixam marcas purificam do mal, e os açoites limpam o íntimo do ser.
- 1
O vinho é zombador e a bebida forte é alvoroçadora. Quem se deixa enganar por eles não é sábio.
- 2
O terror provocado pelo rei é como o rugido de um leão. Quem o provoca à ira peca contra a sua própria vida.
- 3
É uma honra para o homem evitar as contendas, mas qualquer tolo se mete em brigas.
- 4
O preguiçoso não ara por causa do frio do inverno; por isso mendigará na época da colheita, e nada terá.
- 5
O conselho no coração do homem é como águas profundas, mas o homem de entendimento o trará à tona.
- 6
Muitos homens proclamam o seu próprio amor leal, mas quem poderá encontrar um homem fiel?
- 7
O justo anda na sua integridade. Felizes são os seus filhos depois dele.
- 8
O rei que se assenta no trono para julgar dissipa todo o mal com os seus olhos.
- 9
Quem pode dizer: “Purifiquei o meu coração. Estou limpo do meu pecado”?
- 10
Pesos diferentes e medidas diferentes, ambos são abominação para o SENHOR.
- 11
Até a criança se dá a conhecer pelas suas ações, se as suas obras são puras, e se são retas.
- 12
O ouvido que ouve e o olho que vê, o SENHOR os fez a ambos.
- 13
Não ame o sono, para que você não acabe na pobreza. Abra os seus olhos, e você se fartará de pão.
- 14
“Não presta, não presta”, diz o comprador; mas, depois de se afastar, ele se gaba da compra.
- 15
Existe ouro e abundância de rubis, mas os lábios do conhecimento são uma joia rara.
- 16
Tome-se a roupa daquele que serve de fiador para o estranho; e que seja retido como penhor por causa da mulher imoral.
- 17
A comida ganha com engano é doce para o homem, mas depois a sua boca se encherá de cascalho.
- 18
Os planos são confirmados mediante os conselhos; faça a guerra com sábia orientação!
- 19
Quem anda espalhando fofocas revela segredos; portanto, não se envolva com quem fala demais.
- 20
Aquele que amaldiçoa o seu pai ou a sua mãe, a sua lâmpada se apagará na mais profunda escuridão.
- 21
A herança adquirida rapidamente no início não será abençoada no fim.
- 22
Não diga: “Eu retribuirei o mal.” Espere no SENHOR, e ele o salvará.
- 23
O SENHOR detesta pesos diferentes, e balanças desonestas não lhe agradam.
- 24
Os passos do homem são dirigidos pelo SENHOR; como, então, pode o homem entender o seu próprio caminho?
- 25
É uma armadilha para o homem consagrar algo precipitadamente, e só depois refletir sobre os seus votos.
- 26
O rei sábio peneira os ímpios, e passa a roda de debulhar sobre eles.
- 27
O espírito do homem é a lâmpada do SENHOR, que esquadrinha todo o seu íntimo.
- 28
O amor leal e a fidelidade preservam o rei. O seu trono se firma no amor leal.
- 29
A glória dos jovens é a sua força. O esplendor dos velhos são os seus cabelos brancos.
- 30
Os ferimentos que deixam marcas purificam do mal, e os açoites limpam o íntimo do ser.
A lâmpada que esquadrinha
O v. 27 é a linha mais funda: o espírito do homem é a lâmpada do SENHOR, que esquadrinha todo o seu íntimo. Responde à pergunta do v. 9 — quem pode dizer que purificou o coração? — afirmando que nada escapa a essa luz.
Este exame interior explica a insistência do capítulo na desonestidade encoberta: balanças adulteradas, o regateio enganoso, o intento oculto. Aquilo que parece íntegro aos olhos alheios é pesado onde não há como esconder-se.
Camadas de contexto
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