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Salmos 131
Três versículos, atribuídos a David, que recusam a ambição: "o meu coração não é arrogante, nem altivos os meus olhos" — sem se meter em coisas "grandes demais" para si (v. 1). Após as profundezas do Salmo 130, isto é pequenez deliberada. Uma só imagem sustenta o poema inteiro: a alma aquietada "como uma criança desmamada junto à mãe" (v. 2), que já não chora por leite e repousa contente ao pé dela. Repare-se como a contenção, e não o esforço, se torna postura de confiança.
- 1
SENHOR, o meu coração não é arrogante, nem os meus olhos são altivos; não me ocupo com coisas grandes demais, nem com coisas maravilhosas demais para mim.
- 2
Certamente aquietei e tranquilizei a minha alma; como uma criança desmamada junto a sua mãe, como uma criança desmamada está a minha alma dentro de mim.
- 3
Israel, espere no SENHOR, desde agora e para sempre.
- 1
SENHOR, o meu coração não é arrogante, nem os meus olhos são altivos; não me ocupo com coisas grandes demais, nem com coisas maravilhosas demais para mim.
- 2
Certamente aquietei e tranquilizei a minha alma; como uma criança desmamada junto a sua mãe, como uma criança desmamada está a minha alma dentro de mim.
- 3
Israel, espere no SENHOR, desde agora e para sempre.
A criança desmamada, não a de peito
A imagem é a de uma criança já desmamada: passada a fome frenética da primeira infância, a alma deixa de exigir e aprende a calar-se junto à sua fonte de consolo.
O v. 3 entrega essa calma íntima ao povo — "Israel, espera no SENHOR, desde agora e para sempre" — fazendo do coração sossegado de um só um modelo para todos.
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