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Salmos 133
Três versículos, uma imagem empilhada sobre outra. O salmista celebra os irmãos que vivem unidos e busca dois quadros para dizer o que isso parece: o óleo que escorre pela barba de Arão até a orla das vestes, e o orvalho do Hermom sobre os montes de Sião. Repare como as comparações descem — óleo e orvalho que caem — e terminam no que o SENHOR ordena ali: vida para sempre.
- 1
Vejam como é bom e como é agradável que os irmãos vivam juntos em união!
- 2
É como o óleo precioso sobre a cabeça, que escorreu pela barba, a barba de Arão, que desceu até a orla de suas vestes,
- 3
como o orvalho do Hermom, que desce sobre os montes de Sião; pois ali o SENHOR concede a bênção, a vida para todo o sempre.
- 1
Vejam como é bom e como é agradável que os irmãos vivam juntos em união!
- 2
É como o óleo precioso sobre a cabeça, que escorreu pela barba, a barba de Arão, que desceu até a orla de suas vestes,
- 3
como o orvalho do Hermom, que desce sobre os montes de Sião; pois ali o SENHOR concede a bênção, a vida para todo o sempre.
Por que óleo e orvalho
As duas figuras falam de algo derramado do alto que se espalha e encharca. O óleo da unção liga a unidade ao sacerdócio de Arão; o orvalho do Hermom, levado ao sul até a seca Sião, faz dela um dom que ninguém fabrica. É um cântico de romaria, daqueles que os peregrinos cantavam ao subir juntos ao templo.
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