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Salmos 121

Um cântico de romagem armado como diálogo. Abre com a pergunta inquieta do peregrino — os olhos erguidos aos montes, a perguntar de onde vem o socorro (v.1) — e o resto é resposta: o socorro vem do SENHOR, que fez o céu e a terra, e que não cochila nem dorme. Repare-se no verbo que se repete: "guardar". Deus guarda-lhe o pé, guarda Israel, guarda-lhe a alma, guarda-lhe a saída e a entrada; a única promessa do caminho.

  1. 1

    Levantarei os meus olhos para os montes. De onde vem o meu socorro?

  2. 2

    O meu socorro vem do SENHOR, que fez o céu e a terra.

  3. 3

    Ele não permitirá que o seu pé vacile. Aquele que o guarda não cochilará.

  4. 4

    Eis que aquele que guarda Israel não cochilará nem dormirá.

  5. 5

    O SENHOR é o seu guarda. O SENHOR é a sua sombra à sua mão direita.

  6. 6

    O sol não lhe fará mal de dia, nem a lua de noite.

  7. 7

    O SENHOR o guardará de todo o mal. Ele guardará a sua alma.

  8. 8

    O SENHOR guardará a sua saída e a sua entrada, desde agora e para todo o sempre.

Porque os montes não são a resposta

Os montes da subida podiam esconder salteadores ou santuários de outros deuses; os olhos erguidos estão inquietos, não admirados. A resposta passa dos montes Àquele que os fez, prometendo sombra de dia e resguardo do sol e da lua (vv.5-6) por toda a viagem, "desde agora e para todo o sempre".

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