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Salmos 123
Um peregrino ergue os olhos e mantém-nos erguidos. A imagem que sustenta os quatro versículos é a do servo a olhar para a mão do senhor, e da serva para a da senhora, atentos ao gesto que anuncia o alívio. Aqui, orar é esperar numa postura.
- 1
Levanto os meus olhos a ti, tu que estás assentado nos céus.
- 2
Eis que, assim como os olhos dos servos se voltam para a mão do seu senhor, como os olhos da serva para a mão de sua senhora, assim os nossos olhos se voltam para o SENHOR, o nosso Deus, até que ele tenha misericórdia de nós.
- 3
Tem misericórdia de nós, SENHOR, tem misericórdia de nós, pois temos suportado muito desprezo.
- 4
A nossa alma está extremamente farta da zombaria dos que vivem tranquilos, do desprezo dos orgulhosos.
- 1
Cántico gradual. A TI que habitas en los cielos, alcé mis ojos.
- 2
He aquí como los ojos de los siervos miran á la mano de sus señores, y como los ojos de la sierva á la mano de su señora; así nuestros ojos miran á Jehová nuestro Dios, hasta que haya misericordia de nosotros.
- 3
Ten misericordia de nosotros, oh Jehová, ten misericordia de nosotros; porque estamos muy hartos de menosprecio.
- 4
Muy harta está nuestra alma del escarnio de los holgados, y del menosprecio de los soberbios.
Do olhar para a queixa
A espera torna-se urgente no final. O clamor repetido "tem misericórdia de nós" expõe o agravo: quem canta está farto do escárnio dos que vivem à vontade e do desprezo dos soberbos. O salmo opõe os olhos vigilantes do servo ao riso de quem não sente necessidade alguma de olhar para cima.
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