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Salmos 128

Cântico gradual que abençoa a casa comum: quem teme o SENHOR come o fruto do trabalho das próprias mãos, com a esposa qual videira fecunda e os filhos como rebentos de oliveira em torno da mesa (vv. 1-3). A recompensa é a paz doméstica, não a vitória na guerra. Note-se como no v. 5 o olhar se alarga: a bênção sai "de Sião" e acaba por abranger todo o povo, "a paz sobre Israel".

Leitura paralela
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Salmos 128 (WPB)
  1. 1

    Bem-aventurado é todo aquele que teme ao SENHOR, que anda nos seus caminhos.

  2. 2

    Pois você comerá do trabalho das suas mãos. Você será feliz, e tudo lhe irá bem.

  3. 3

    Sua esposa será como uma videira frutífera no interior da sua casa, seus filhos como brotos de oliveira ao redor da sua mesa.

  4. 4

    Eis que assim será abençoado o homem que teme ao SENHOR.

  5. 5

    Que o SENHOR o abençoe desde Sião, e que você veja o bem de Jerusalém todos os dias da sua vida.

  6. 6

    Sim, que você veja os filhos dos seus filhos. Paz seja sobre Israel.

O trabalho que enfim se goza

A promessa do v. 2 inverte a maldição do esforço vão em que outro colhe aquilo que se semeou: aqui o trabalhador fica com a própria colheita, e a isso chama-se felicidade.

O desejo de ver "os filhos dos teus filhos" (v. 6) prolonga a bênção por três gerações, ligando um lar firme à longa sobrevivência do povo.

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