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Salmos 99

Um salmo do reinado que abre com os povos a tremer: o Senhor reina entre os querubins e é "grande em Sião" (vv. 1-3). Por três vezes afirma "ele é santo", e esse refrão torna-se a espinha do poema (vv. 3, 5, 9). Depois faz algo invulgar num hino tão elevado: nomeia Moisés, Arão e Samuel como homens que clamaram e foram atendidos (v. 6).

  1. 1

    O SENHOR reina! Tremam os povos. Ele está entronizado entre os querubins. Estremeça a terra.

  2. 2

    O SENHOR é grande em Sião. Ele é exaltado acima de todos os povos.

  3. 3

    Louvem o teu grande e temível nome. Ele é Santo!

  4. 4

    O poder do Rei também ama a justiça. Tu estabeleces a equidade. Tu executas o juízo e a justiça em Jacó.

  5. 5

    Exaltem o SENHOR, nosso Deus. Adorem diante do estrado de seus pés. Ele é Santo!

  6. 6

    Moisés e Arão estavam entre os seus sacerdotes, Samuel estava entre os que invocam o seu nome. Eles invocavam o SENHOR, e ele lhes respondia.

  7. 7

    Ele lhes falava na coluna de nuvem. Eles guardavam os seus testemunhos, o estatuto que ele lhes deu.

  8. 8

    Tu lhes respondeste, SENHOR nosso Deus. Tu és um Deus que os perdoou, embora tenhas te vingado de seus feitos.

  9. 9

    Exaltem o SENHOR, nosso Deus. Adorem em seu santo monte, pois o SENHOR, nosso Deus, é santo! ```

O refrão da santidade como estrutura

As três declarações de santidade dividem o salmo em andamentos. As duas primeiras fecham chamando a adorar no "escabelo dos seus pés" (v. 5); a última, no "monte santo" (v. 9), prendendo a santidade a Sião.

O v. 8 encerra a tensão do livro: Deus perdoou-lhes e, ao mesmo tempo, tomou vingança dos seus feitos — misericórdia e juízo a par.

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